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O Analista
"O Estado precisa do Servidor
Público valorizado e respeitado.
A Receita Federal é
O instrumento de sustentação
do Estado".
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Jul
3

Nesta área não devemos cuspir pro alto.

Agneloalerta

Por Walber Ferreira dos Santos

Quem tem poder de decisão está mais propenso ao canto da sereia do corruptor. Falar de corrupção é difícil e complicado. Mas, cada um tem que ter a consciência da escolha que está fazendo. Generalizar é um erro que deve ser evitado neste Blog quando o assunto é corrupção.

Sobre o assunto corrupção,estatisticamente,podemos tomar o Relatório da CGU para emitir uma opinião sem colocar a paixão neste tipo analise. Numericamente falando,a classe que teve o maior peso de demissões a bem do serviço público ficou para a Carreira de Auditores Fiscais. Deixo a replica para os que defendem a moralidade da Carreira de Auditoria da RFB neste Blog.

Nesta área não devemos cuspir pro alto.Paradoxalmente, emitir juízo de valor neste mundo desconhecido não é suficiente para não sermos contaminados por ele. Boa educação também não basta para nos livrar das garras dos corruptores. Entender que “o pouco com Deus é muito” é dificil para muitas pessoas que detem o poder de decisão na RFB e sentem-se donas de um pedaço do Estado brasileiro.

Pessoalmente falando,prefiro pedir que Deus me livre dos corruptores, dizendo: Valha-me Deus! Porque o assunto corrupção é assunto do campo espiritual! Por isso, eu aconselho aos humildes leitores deste Blog, que acreditam no mundo espiritual, que orem quando chegarem ao seu trabalho e agradeçam a Deus ao saírem. Temos que agradecer a Deus, todos os dias, por não estarmos envolvidos em nenhum processo desta natureza, independente de pentecermos a este ou aquele cargo.

Moacir Leão: Quem Sao Os Corruptos E Como Puni-Los (Breve Manual).

Jul
3

STJ enfrenta questões envolvendo trabalhadores terceirizados dentro e fora do serviço público.

AgneloRapidinhas

Empresa pública ou prestadora de serviço público que utiliza força de trabalho terceirizada é responsável pelos atos ilícitos cometidos por funcionário terceirizado.  Aqui

Jul
2

Morre Itamar Franco

AgneloRapidinhas

Por Manoel Messias

Se houver reconhecimento dos passageiros do AFTREM 91, o sepultamento de Itamar Franco terá, no mínimo, cinco mil pessoas.
Jul
2

Os 10 países mais promíscuos do mundo.

AgneloConstatação, Imagens

Lá do vivasexo: Olha o top 10 aí.
1. Finlândia
2. Nova Zelândia
3. Eslovênia
4. Lituânia
5. Áustria
6. Letônia
7. Croácia
8. Israel
9. Bolívia
10. Argentina
E aí, já começou a planejar a viagem?

Talvez surpreenda, mas o Brasil, país do carnaval, das praias e da mulher pelada, não está entre eles. A gente dá as caras no 18º lugar entre as nações cujos habitantes têm mais parceiros sexuais ao longo da vida, acima de países como Austrália (20º) e Estados Unidos (22º), mas numa posição mais contida do que as do pessoal da Alemanha (12º) e da Suíça (15º), por exemplo.

Jul
2

Presidenta Dilma recebe lista tríplice para Procuradoria Geral da República.

AgneloRapidinhas

Presidenta Dilma Rousseff recebeu em audiência o presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, Alexandre Camanho, junto com a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil).

Camanho foi recebido em audiência, nesta sexta-feira (1º/7), no Palácio do Planalto. De acordo com a entidade, o atual procurador-geral da República, Roberto Monteiro Gurgel Santos, foi o mais votado na consulta realizada pela ANPR para a escolha dos nomes que compõem a lista tríplice com indicações para o cargo de procurador-geral da República durante o biênio 2011/2013. Também integram a lista os nomes dos subprocuradores Rodrigo Janot Monteiro de Barros e Ela Wiecko Volkmer de Castilo. Blog do Planalto

Jul
1

Analista-Tributária participa de treinamento acerca dos processos de compensação decorrente do SCC.

AgneloRapidinhas

A exposição restou ao encargo dos colegas Fernando Antônio Pires Montanari, Fernando César Tofoli Queiroz e a Analista-Tributária Agneyde Andrade Passos, que se esmeraram com maestria, exemplificando os temas com casos concretos, trazendo otimismo e motivação ao grupo participante. O conteúdo foi dividido entre questões de fato e de direito, relativas ao julgamento dos processos com Despacho Decisório Eletrônico, e as formas e ferramentas para gerenciamento de estoques, visando o julgamento em lote ou grupos de processos, e assim a otimização dos trabalhos na DRJ/Campinas, e, por consequência, na 8ª RF.  Aqui no Sindireceita (AM)

Jul
1

Tinha ordem para matar Zé Dirceu. E não cumpri”.

AgneloRapidinhas

Herwin de Barros, o homem que prendeu Zé Dirceu no Congresso da UNE, fazendo uso de um ancinho, vai processar o estado brasileiro. Quer ser ressarcido. Quer aposentadoria de agente especial da Polícia Civil de São Paulo. Por quê? “Porque eu tinha ordens emanadas da CIA, a central de inteligência dos EUA, para assassinar Zé Dirceu. Não cumpri isso. E fui execrado. Em abril de 1984 mudaram até o regimento interno da polícia de São Paulo para que eu pudesse ser afastado. Tudo porque me neguei a assassinar friamente Zé Dirceu”, confessou Erwin ao Brasil 247.  Lá no blog da Dilma.

Jul
1

História de uma Categoria vencedora - Já passamos por situações piores.

AgneloInformação

Por Walber Ferreira dos Santos

A história do cargo de Analista Tributário é cheia de fatos históricos que fazem a diferença e marcaram a história institucional da SRFB (Receita Federal). Em 1987, já tentavam acabar com o segundo cargo da Carreira de Auditoria, tentando cancelar a nomeação do primeiro concurso externo para o cargo de TTN. Foi o Ulisses Guimarães que ligou para o Ministro da Fazenda Funaro, dando-lhe um sabão e ordenando a imediata nomeação dos aprovados e classificados no concurso de TTN de 1987.  Nesta época já havia um plano para sabotar a criação do cargo.

 Em que pese o fato de a Receita Federal na era Collor ter sido rebaixada a Departamento, os AFTN’s  conseguiram espaço político em seu Governo para conspirar contra os TTN’s nos bastidores do poder.

Collor deu de presente  o Departamento da RFB ao delegado de Polícia Romeu Tuma…
http://www.gs1.com.br/Gs4/TumaParcerias.htm

Não vamos esquecer, que houve um acordo entre os Auditores e o pessoal do Collor para que os aprovados no Concurso / TTN de 1989 não tomassem posse. A posse só foi acontecer em maio de 1991 (quase dois anos apos a publicação do Edital) e por um motivo hilario: A Ministra Zélia ficou sabendo que seria demitida pelo Collor e mandou publicar a Portaria de nomeação, como vigança….14/05/1991 é a data da Portaria e 15/05/1991 é a data da Portaria de demissão da Zelia. Se ela não fosse demitida, o cargo de TTN teria sido extinto pelo Collor….

Vamos ao resumo da História.

Perante este cenário histórico, que terminou com o Impeachment do Collor, não vamos esquecer, que houve um acordo entre os AFTN’s e o pessoal do Romeu Tuma, mancomunada com a Zélia, para que os aprovados no Concurso / TTN de 1989 não tomassem posse. Tanto é que a posse só foi acontecer em maio de 1991 (quase dois anos apos a publicação do Edital) e por um motivo hilario: A Ministra Zélia ficou sabendo que seria demitida pelo Collor e mandou publicar a Portaria de nomeação, como vigança….14/05/1991 é a data da Portaria e 15/05/1991 é a data da Portaria de demissão da Zelia.Se ela não fosse demitida, o cargo de TTN teria sido extinto pelo Collor….Hoje, quando nos referimos a elles, sempre dobramos as letras “L”.

Depois veio o Bresser, que dava ouvidos  aos AFTN’s.  O Bresser, mau caráter, chegou a minutar juntamente com a sua assessoria um modus operandi para acabar com o cargo de TTN, que NÃO logrou  êxito em última hora.

Depois, na segunda legislatura de FHC, alvissareiramente, conseguimos conquistar a imagem de que os TRF são imprescindíveis para o bom funcionamento da SRFB. O Dr. Everardo  começou a colocar ordem na Casa, reconhecendo  o valor dos TRF.

Hoje, os AFRFB tentam novamente agir contra as conquistas dos ATRFB com uma LOF dos delírios deletérios, inconcebível com a evolução do Órgão e com os novos valores éticos que regem as relações de cidadania enunciadas na CF/88, inaugurada pelo saudoso Ulisses Guimarães.

Seguindo o curso desta História, que narra as várias tentativas de destruição das conquistas dos ATRFB pelo STAFF CORPORATIVISTA , veio a Adin 4616, cuja historiografia está sendo acompanhada por este BLOG, em tempo real e total transparência, com todas as letras da liberdade de expressão da nova Democracia Brasileira.

Jul
1

História de uma categoria vencedora.

AgneloRapidinhas

Por Ottílio

No saco de maldades da entidade do mal, o movimento conjunto no início do 1º semestre do ano de 1988, quando as duas entidades dos cargos da Carreira ATN, AFTN’s(Unafisco) e TTN’s(Unastten), fizeram um movimento paredista conjunto, assembléias conjuntas, com intuito de passarem a receber uma gratificação chamada GEFA-Gratificação de Estímulo à Fiscalização e Arrecadação. Na SRF os cargos da Carreira Auditoria recebiam as gratificações de desempenho e de produtividade. A GEFA só os fiscais da previdência recebiam. Bem, o fato é que o movimento ganhou corpo mas, quando o Governo acenou com a proposta de só contemplar os AFTN’S com a GEFA, no dia seguinte eles abandonaram o movimento e nos deixaram sozinhos. Pura traição e falta de espírito de solidariedade. É bem verdade que independente do apoio dos hermanos, logo em seguida fizemos uma das maiores paralizações na SRF e revertemos a situação. Sinceramente colegas, nunca vi uma entidade tão mesquinha e egoísta. Costumava ler os boletins desta entidade, pois sou daqueles que penso ser prudente saber o que nossos inimigos estão tramando. Bem já vi boletim desta entidade depreciando os PRF quando estes no final da década de 90 tiveram um aumento que quase os equipararam aos APF. Já vi boletins desta entidade menosprezando o cargo dos APF.

São ou não são uns megalômanos psicopatas!!!!!

Jul
1

Revolta e desmotivação funcional. Reflexo da omissão da Administração em enfrentar o corporativismo que destrói a Receita Federal.

AgneloInformação
Jun
30

PEFRON – Policiamento Especializado de Fronteiras do Ministério da Justiça.

AgneloRapidinhas

Por Carlos

Enquanto o SINDIFISCO se preocupa em chutar os Analistas da carreira, a presidente da república chuta os auditores das fronteiras. Dia 30 de junho de 2011 ministério apresenta o arsenal (viaturas, computadores de bordo etc).

http://www.forte.jor.br/2011/01/05/pefron-policiamento-especializado-de-fronteiras-do-ministerio-da-justica/

Jun
30

Qual o adjetivo para esses “príncipes” que se acham patrões dos Analistas Tributários?

AgneloRapidinhas

http://www.cabrestosemno.com.br/blog/?p=9222#comment-93485

Como sempre esses “príncipes” que se acham patrões dos Analistas Tributários ficam distorcendo a realidade.

Já que estão preocupados tanto assim com o salário do Analista Tributários, por que ficam tão caladinhos com os ex-SUNAB e ex-IAA que viraram AFs e ainda embolsaram R$1.000.000 de retroativos?

Por esses “príncipes da república”, o núcleo estratégico do Estado estaria todo ganhando metade ou menos que os “príncipes”.

Acordem, megalomaníacos!

Tem dezenas e dezenas de cargos pagando igual ou até mais do que os “príncipes”. Inclusive cargos cujos integrantes não estão contaminados com essa de se julgar melhor que outras categorias, de quererem serem “otoridades” e de necessitarem de “auxiliares” subservientes que façam todo o trabalho que no papel está como dos “príncipes” e ainda agradeça por isso! O chamado “bom escravo”.

Qual o adjetivo para quem moveu mundos e fundos até reduzir o salário de milhares de famílias em 1995 (RAV 8X)?

Qual o adjetivo para quem barrou a esperança dos SOAPS terem um mínimo de reconhecimento após três décadas de dedicação à RFB!

Aí de repente ficam tão preocupados com os ATAS, como são bonzinhos! Gostam dos ATAs pois os mesmos não são da carreira auditoria, ficam fragilizados, pois se forem reclamar, os “príncipes” sempre vão dizer que eles são do MF e não da RFB, e que se estiverem achando ruim, podem ir para outro órgão do MF.

Jun
30

Como agiam os contrabandistas dentro da Receita.

AgneloRapidinhas

Certo dia, nos estertores do ano de 2002, o dr. Medicina foi chamado pelo chefe, la no sétimo andar. O dr. Medicina pegou este apelido por sempre ter a mão um remédio para as dores de cabeça do chefe. E naquele dia a dor de cabeça era esta:

- Pois olhe: a máquina de jogo hoje evoluiu, tem chips, processadores, memórias e até ventoinhas. Pra mim esse troço ja virou um computador. Lá em Moacir Leão.

Jun
30

Comissão aprova novas gratificações para servidores do MPU.

AgneloRapidinhas

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou ontem o Projeto de Lei 7785/10, do Ministério Público da União (MPU), que institui a Gratificação de Controle Interno (GCI) e a Gratificação de Atividade de Orçamento (GAO) para servidores do MPU e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A gratificação será paga a servidores de carreira em exercício nas áreas de Auditoria Interna e de Controle Interno.  Aqui

Jun
30

O tempo é o senhor da razão e ninguém escapa dele.

AgneloConstatação

Por Rosilene

A grande questão se resume a psicologia. Nada explica alguns comportamentos. Os colegas de carreira na ânsia de serem reconhecidos como autoridades (eu digo que quem é não precisa ficar se autoafirmando) ficam o tempo todo nos vendo como inimigos. Entretanto o tempo é o senhor da razão e ninguém escapa dele.

Argumento há para todo gosto, sabor e cor. Conheço um pouco da história da Carreira e vi práticas sindicais e algumas senti na pele. Os Auditores falam muito que querermos ser “fiscais” a força e em nome disso lançam todo tipo de ação justificando para isso “essa vontade dos Analista em virarem fiscais”. Nada mais falacioso do que esse argumento.

Eu pergunto a qualquer fiscal que participa desse fórum o que ele perderia se nós tivêssemos mais atribuições e a resposta será vazia. Qual o motivo de todas as atribuições serem de um único cargo?

Quem quer ser juiz, parafraseando nossos colegas, “tem que fazer concurso para juiz”. Quem quer ser Procurador da República, idem.

Então, essa história de que todas as ações do Sindireceita são com o intuito de nós virarmos fiscais é tão furada quanto um queijo Suiço.

No cargo de AFRF tem gente que foi Agente Admisnitrativo por Ascensão, tem muita gente que teve classficação  de até 5.300 no concurso de 91 que é fiscal, tem gente que era da Sunab, tem gente que era do IAPAS. tem gente que era do IBC, tem gente que era Controlador de Arrecadação Federal. Até Geraldo Vandré e Miguel Arraes por vias diferentes de concurso público são ou foram fiscais.

Esse papo de defesa da categoria usada pela Unafisco (Atual sindifisco) É PURA BALELA.

As balelas da Unafisco desfeitas pelo tempo:

1) 1995 - EPISÓDIO DA RAV.
Os TTN não podem receber a RAV 8x senão o funrav não terá dinheiro para pagar aos AFTN.
RESULTADO: O FUNRAV ESTAVA COM TANTO DINHEIRO QUE FHC SACOU ELE TODO DO FUNRAV E NINGUÉM FICOU SEM RECEBER A GRATIFICAÇÃO.

2) QUESTÕES SALARIAIS - O salário dos AFTN não aumenta porque tem muita gente na Carreira, vamos expulsar os TTNs dela e assim fica mais fácil aumentar o nosso salário.
RESULTADO: O GOVERNO EM 1999 EQUIPAROU OS FISCAIS DO TRABALHO DA PREVIDENCIA COM OS FISCAIS DA RECEITA e AGORA SIM, É MUITO MAIS DIFÍCIL AUMENTO.

3) ATRIBUIÇÕES: OS TTNS querem virar fiscais porque querem mais atribuições.
O GOVERNO EM 1999 AUMENTOU O ROL DE ATRIBUIÇÕES DOS FISCAIS E HOJE, NEM SE FALA, E PELO ANDAR DA CARRUAGEM CREIO QUE SOLTAR PUM VAI SER ATRIBUIÇÃO PRIVATIVA DE FISCAL.

4) ELES LUTAM PARA PREJUDICAR OS AFRF.
QUAL FOI A AÇÃO QUE O SINDIRECEITA IMPETROU CONTRA QUALQUER GANHO DE FISCAL?
4.1 - Nós já sentimos em 1995 (pedido de Parecer Conjur Mare e depois como Listisconsórcio ativo necessário na RAV 8x)
4.2 - Já sentimos em 1999 na Ação Civil Pública
4.3 - Em São Paulo para que Analista não chefiasse Auditor
4.4 - ADI 4616.

Jun
30

Adicional de localidade de difícil provimento é proposto ao Ministério da Fazenda.

AgneloInformação

Por Anibal

De acordo com a Sucor, a expectativa é que o auxílio contribua na fixação de servidores nas unidades de difícil provimento, aumentando a presença da fiscalização aduaneira no combate ao contrabando e descaminho.

No mês de junho, o secretário da RFB, Carlos Alberto Barreto, encaminhou ao secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, minuta de medida provisória, acompanhada pela Nota Técnica Cogep/Sucor nº 45, de 14 de junho de 2011, que visa a criação do auxílio indenizatório aos servidores da RFB em exercício nas localidades de difícil provimento, com o intuito de melhor fixar esses servidores em suas unidades.

Conforme a proposta, os servidores que estão locados nas fronteiras terrestres e dedicados ao controle aduaneiro, como os da Polícia Federal, do Ibama e da RFB, receberiam auxílio de 10% a 25% do subsídio. A ajuda não alcançará a aposentadoria, nem qualquer outra vantagem. A previsão é que o benefício aumente em apenas 0,513% a despesa da folha de pagamento dos servidores ativos da RFB, abrangendo cerca de mil servidores desta Casa.

A dificuldade de fixação de pessoas em tais localidades de controle aduaneiro é histórica. O esvaziamento decorre da tendência dos servidores se deslocarem para outras unidades da instituição por certames internos de remoção, motivos de saúde e outros.

Segundo Marcelo de Melo, subsecretário de Gestão Corporativa, a Receita mantém, há diversos anos, uma política de incentivo à movimentação para as unidades críticas. Como padrão, procura lotar os recém-empossados nessas unidades, além de despender esforços e recursos na execução de operações especiais com deslocamento de servidores de outras áreas e unidades para as unidades mais críticas.

O recente estudo de lotação, aprovado pela Portaria RFB nº 2.261, de 11 de março de 2011, demonstra que o deficit crônico de servidores não se restringe às unidades situadas nas fronteiras. Entretanto, nessas unidades a situação costuma ser bastante crítica, pois os fatores que contribuem para o baixo grau de lotação costumam se acumular em grande parte delas: localização desfavorável, difícil acesso a partir dos grandes centros urbanos e dos centros regionais,  infraestrutura viária e de transporte deficiente, dificuldades nos serviços de saúde, educação, lazer e cultura, condições locais de segurança e risco relacionado ao trabalho, presença de atividades ilícitas, em geral relacionadas ao tráfico de armas e drogas, ao contrabando e ao descaminho. O auxílio proposto procura compensar financeiramente tais dificuldades.

Jun
30

Analistas-Tributários de Belém realizaram ato público e dão prosseguimento às paralizações.

AgneloRapidinhas
Os Analistas-Tributários de Belém realizaram hoje (29/06) em frente ao edifício sede do Ministério da Fazenda um ato público em repúdio às ações vis do Sindifisco Nacional que culminaram com a propositura da ADIN nº 4616. Houve distribuição de um manifesto aos contribuintes relatando os esforços de um sindicato de trabalhadores no sentido de tentar prejudicar uma categoria que trabalha lado a lado com seus filiados. Uma atitude sem precedente no sindicalismo brasileiro.  Lá em Tales Queiroz.
Jun
30

Para relembrar e informar aos mais novos - concurso de 91. O maior trem da alegria da Receita Federal. Os arautos do concurso público de hoje são os mesmos que entraram pela janela e que defendem prejuizo para os ATRFB e seus familiares.

AgneloRapidinhas
Jun
30

Um Festival de Dissimulação–2.

AgneloArtigos

Lá do Sindireceita

Em editorial publicado na última terça-feira (28), a direção nacional da entidade dos auditores-fiscais apresenta alguns fatos que, segundo ela, teriam motivado a representação junto ao Ministério Público Federal que resultou na ADI 4616. Quase todos os fatos apresentados consistem em atitudes tomadas pelo Sindireceita nos últimos anos. Seguem os fatos, acompanhados dos devidos esclarecimentos:

Campanha Salarial

Desde as primeiras reuniões entre entidades do Fisco Federal com o propósito de definir a campanha salarial conjunta no ano de 2007 a Diretoria Executiva Nacional do Sindireceita vinha defendendo e buscando uma proposta de consenso. Com esse espírito, construiu-se a proposta de equiparação à tabela remuneratória da Carreira de Policial Federal, tabela que, apesar de não restabelecer o patamar alcançado em 1995 (RAV 8X), era considerado razoável pela categoria. O pleito tinha a concordância de quase todas as entidades que participavam dos encontros, com exceção da entidade dos auditores-fiscais. Assim como ocorreu em 2003 e 2004, essa entidade mostrou-se favorável no início, mas mudou de posição e passou a manifestar-se contra a equiparação dos Analistas-Tributários à remuneração do cargo de Agente da Polícia Federal, por implicar em reajuste diferenciado para o cargo de Analista.

Somado a isso, a referida entidade chegou ao ponto de defender a implantação do subsídio apenas para o cargo de Auditor-Fiscal. Em reação a essa postura, típica de patrão que busca limitar o reajuste de seus empregados e, portanto, inaceitável, o Sindireceita passou a reivindicar o apartamento das mesas de negociação. Felizmente, o pedido foi acatado pela Secretaria de Recursos Humanos do MPOG.

-        Movimento Paredista

O Sindireceita, ciente do seu papel de representante da classe trabalhadora,  nunca atuou para sabotar movimento paredista de outras categorias. Em relação à greve dos Auditores-Fiscais daquela época, o Sindicato e a categoria repudiaram e reagiram à postura da sua representação sindical, que, em reuniões com o Governo para tratar da greve, reivindicavam a não concessão de qualquer índice de reajuste diferenciado para o cargo de Analista-Tributário.

-        Sindicato da Carreira

Apesar das divergências e dos conflitos hoje existentes entre muitos Analistas-Tributários e Auditores-Fiscais, o Sindireceita ainda nutre o sonho da existência de um único sindicato que represente os dois cargos da carreira de Auditoria. Ao ampliar a base de representação para toda a Carreira, o Sindireceita pretendia filiar Auditores-Fiscais que discordam da postura adotada há anos pela sua entidade e que defendem uma luta conjunta, munida de pauta que traga benefícios para ambos os cargos. São os Auditores-Fiscais que discordam da política de manutenção de rol tão vasto de atribuições privativas para o seu cargo (o que acaba por desvalorizá-lo) e que defendem a concentração da sua força de trabalho em atividades de maior nível de complexidade. Foi com esse espírito que a Assembléia Geral Nacional ocorrida no final de 2009, em Joinville/SC, aprovou a referida mudança no estatuto do Sindicato.

-        Controle Externo

Aproveitando-se do pouco conhecimento e da visão preconceituosa que muitos têm sobre determinados temas, a entidade dos auditores-fiscais tem o hábito de tentar manipular a opinião pública e, com isso, fazer prevalecer o seu fundamentalismo retrógrado que não beneficia ninguém, nem a sua própria categoria, servindo apenas para manter determinadas facções sindicais no poder.

Controle externo não é sinônimo de intervencionismo ou de perda de autonomia. A proposta de criação de um órgão de controle externo para a Receita Federal do Brasil, que foi e continua sendo defendida pelo Sindireceita, tem como um dos seus objetivos justamente zelar pela autonomia do Órgão. O Conselho proposto teria a prerrogativa de acompanhar de perto o desempenho da Receita Federal, o que lhe daria condições de alertar o governo e a sociedade sobre a adoção de qualquer medida no sentido de retirar autonomia ou interferir politicamente no seu funcionamento. Tal acompanhamento propiciaria também o acesso amplo aos índices de desempenho da RFB e à proposição de melhores práticas administrativas por colegiado composto também por representantes de órgãos distintos de governo e da sociedade civil. Dessa forma, passaria a estabelecer um contraponto à imposição de práticas essencialmente corporativistas que visam apenas beneficiar um cargo.

Outro objetivo do conselho proposto é o de dar maior transparência a órgão tão estratégico para o País. Muitos destacam a relevância de uma reforma na legislação tributária, mas poucos abordam a questão do desempenho das administrações tributárias e sua potencial contribuição para o desenvolvimento nacional. O conselho proposto viria para suprir esse vazio.

A oposição da entidade dos auditores-fiscais à ideia certamente decorre do temor de ver debelado o corporativismo nocivo que reina no Órgão. Para evitá-la, tal entidade reiteradamente a coloca como algo pernicioso para a Instituição. O mesmo expediente é utilizado para evitar a adoção de um código de relacionamento fisco-contribuinte prevendo obrigações da RFB para com o contribuinte. A referida entidade maldosamente rotula qualquer iniciativa nesse sentido como código de defesa do sonegador. A imposição de obrigações que acabe por exigir mais eficiência por parte da Instituição, o que poderia implicar em redefinições nas atribuições dos seus cargos, não é bem vista por essa entidade.

O Sindireceita defende de modo contundente a criação de órgão de controle externo que venha a zelar por maior transparência e autonomia para a RFB. Em períodos de exposição negativa do Órgão, cabe não só a defesa dos seus pontos positivos, mas a reivindicação de mudanças naquilo que não vem funcionamento bem. A defesa cega e irrestrita, como se tudo funcionasse perfeitamente, não é positiva para a Instituição.

No episódio da quebra do sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, ocorrida em 2010, o Sindireceita nunca deixou de destacar as qualidades da Instituição, como a qualidade e a integridade do seu corpo funcional. As críticas e as propostas apresentadas, dentre elas a de controle externo, visam aprimorá-la e fortalecê-la. Afirmar que qualquer modelo de controle externo implica em enfraquecimento da RFB é, no mínimo, leviano.

O triunfo do Sindireceita na ADI 4616 não implicará no engessamento das atribuições do cargo de Analista-Tributário dispostas em lei, como vislumbra e deseja a entidade dos auditores-fiscais. A afirmação de que reestruturações em cargos e carreiras que venham a modernizá-los e a melhor adequá-los ao perfil dos seus integrantes, em favor da Instituição, configuram transformação, não podendo, por isso, ser feita a transposição dos seus ocupantes, é o mesmo que defender uma gestão de recursos humanos estagnada, é contribuir para a incapacidade da administração pública em responder a novos desafios e ao crescimento das demandas.

O Poder Judiciário certamente dará uma boa resposta àqueles que, disfarçados de defensores do concurso público e da Constituição, buscam, de fato, a supremacia de um cargo por meio do aviltamento dos demais, atentando, desse modo, contra uma administração pública moderna e eficiente. Ao contrário do que pretende a “entidade do atraso”, a derrubada da ADI terá como principal efeito o fortalecimento da categoria na sua legítima luta por reconhecimento e valorização profissional.

Jun
30

STJ reverte primeiro processo de 2,2% para 28,86% integrais.

AgneloRapidinhas

Em decisão monocrática proferida no último dia 15, o ministro Cesar Asfor Rocha, da 2ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça), no julgamento do Recurso Especial nº 1.252.205-AL, reformou o acórdão do TRF-5 (Tribunal Regional Federal da 5ª Região), que havia concedido apenas 2,2% de reajuste sobre a RAV (Retribuição Adicional Variável), concedendo, dessa forma, os 28,86% integrais sobre a RAV.  Sindifisco

Jun
30

ADI 4616

AgneloRapidinhas

A ação fora distribuída por prevenção ao Ministro Gilmar Mendes, conforme determina o Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal (RISTF), porque ele já está com a relatoria de outra ADI com coincidência total ou parcial de objetos.

Quanto à medida cautelar, em primeiro lugar, é preciso saber se a ação que causou a distribuição por prevenção da ADI 4616 está sob o rito célere (art. 12, da lei n. 9.868/99), porque aí não caberia a o julgamento liminar antes do mérito. De qualquer forma, eis uma explicação simples, mas profunda, sobre os requisitos para o deferimento da liminar:

No juízo liminar da ADIn é imperioso que, além do aspecto de bom direito na tese do autor, tenha-se como seguro que os danos resultantes da continuidade da vigência da norma são maiores que aquelas que adviriam de sua suspensão até o juízo definitivo (STF, ADIn 1.549-4-MC/RJ, Rel. Min. Francisco Rezek).  Lá em Adriano

Jun
29

Receita Federal: concurso previsto para auditores e analistas.

AgneloRapidinhas

O departamento de recursos humanos da Receita Federal já levanta as necessidades de realização de novos concursos para auditor fiscal e analista tributário. O órgão aguarda a liberação dos pedidos de concursos para encaminhar a proposta de certames ao Ministério do Planejamento (MPOG).  Lá no Sindireceita (AM)

Jun
29

Um Festival de Dissimulação.

AgneloArtigos

Por Sindireceita

No dia de ontem, a entidade representativa dos auditores-fiscais publicou em seu sítio eletrônico um editorial elaborado pela sua direção nacional intitulado “Em defesa do concurso público e do cumprimento da Constituição”. O texto decorre da forte reação negativa manifestada por diversos servidores da Receita Federal, parte deles, inclusive, filiados à mesma entidade, e busca, com argumentos falaciosos, justificar e de certa forma legitimar uma ação desastrada empreendida para reverter merecidas conquistas alcançadas por valoroso conjunto de servidores.

O respeito a esses profissionais, destacado no último parágrafo do editorial, vem de muitas partes, mas definitivamente a entidade dos auditores-fiscais não pertence a esse grupo.  A cínica afirmação de que “os ocupantes do cargo em questão recebem todo o respeito a eles devido pelo serviço prestado ao Estado brasileiro” é parte do seu clássico e falacioso discurso de fachada que visa transmitir a imagem de “entidade do bem”, que age “em defesa do interesse público e dos princípios constitucionais”.  Da mesma forma, a representação ao Ministério Público Federal que resultou na ADI 4616 é mais uma peça reveladora do clássico modus operandi dessa entidade. Para ilustrar, cabe rememorar alguns fatos passados: em 1995, essa mesma entidade trabalhou fortemente para reverter o devido pagamento da RAV 8X (sobre o maior vencimento básico da tabela do cargo) aos então Técnicos do Tesouro Nacional, o que ocasionou enorme prejuízo a milhares de servidores; em 2005, na tentativa de desqualificar os hoje Analistas-Tributários, essa entidade elaborou e publicou documento intitulado “Desmistificando as pretensões dos Técnicos da Receita Federal”, cujo teor lançava fortes ofensas atentatórias ao valor profissional desses servidores.

A leitura do item 29 de uma das representações anexadas à ADI faz desmoronar qualquer tentativa de negar a maldade do ato.  Segue transcrição do ato:

“29. Impende observar, por fim, que cabe o seguinte pedido liminar, caso seja impetrada a ADI: Que os ocupantes do cargo de Técnico da Receita Federal (TRF) de que trata a MP 1915/99 e a Lei 11.457/07, não usem a denominação de Analistas Tributários da RFB e que sejam pagos como base em tabela remuneratória de nível médio, citada no anexo 2, referente ao cargo de Técnico e Finanças e Controle da STNM (congênere do cargo de TRF), sendo a diferença em relação a remuneração atual paga a título de vantagem pecuniária pessoal aos servidores em tela até julgamento de mérito pelo STF.”

A entidade que se apresenta à sociedade como defensora da Constituição adota em sua própria Casa postura antirrepublicana, segregacionista e patrimonialista. Um dos termos utilizados no referido editorial, já utilizados em diversas outras oportunidades, acusam tal postura: usurpação de atribuições. As atribuições do Órgão são por eles tratadas como patrimônio do cargo, e não como um instrumento do Estado para o alcance do bem comum. Se a referida entidade estivesse de fato alinhada com o interesse público, certamente estaria buscando a concentração de sua força de trabalho em atividades de elevada complexidade e abandonando a truculenta postura de manutenção de rol tão extensivo de atribuições no campo privativo do seu cargo. Tal busca não teria outro efeito que não fosse o de valorizar o seu corpo funcional, ao invés de o aproximar dos demais.

No editorial de amanhã, o Sindireceita abordará cada um dos pontos expostos pela outra entidade como motivadores da representação ao Ministério Público Federal. No entanto, cabe adiantar que  todo esse episódio só reforça a necessidade de denunciar ao governo e à sociedade que o argumento da legítima reação às atitudes do Sindireceita é pura falácia. Na verdade, o que está por trás de mais essa medida desastrada que acabará se voltando contra os próprios autores é a tentativa de vender um status de cargo autoridade e de equivalência ao patamar de cargos como o de Procurador da República e de juiz por meio do aviltamento e desqualificação do cargo de Analista-Tributário. É a tentativa de convencer que todas as atribuições finalísticas do Órgão são exercidas por um único cargo e que os demais não passam de meros auxiliares. É a tentativa de fazer passar o seu projeto de Lei Orgânica.

O Sindireceita nunca trabalhou contra pleitos de outras categorias ou para prejudicá-las. Esta entidade sempre se pautou pela legítima busca da valorização do seu corpo funcional sem envolver qualquer investida contra outro grupo. O Sindicato está convencido que o Judiciário dará uma excelente resposta aos pedidos contidos na famigerada Representação, assim como o fez quando do episódio do uso dos crachás nas instalações do Ministério da Fazenda. Na época, a manifestação do julgador não poderia ser mais apropriada ao afirmar que os representados pelo impetrante são servidores públicos como quaisquer outros, mais importantes que uns e menos importantes que outros.

A entidade aposta e trabalha para que, ao final de tudo isso, o cargo de nível superior de Analista-Tributário, pertencente à Carreira de Auditoria da Receita Federal do Brasil, saia ainda mais fortalecido, com o Governo, o Judiciário, o Legislativo e a sociedade ainda mais convencidos quanto ao elevado valor e capacidade profissional dos que o integram.  Aqui

DS-MANAUS REPUDIA EDITORIAL DO SINDIFISCO: DEFINITIVAMENTE, QUEM AMEAÇA MEU EMPREGO, NÃO É MEU COLEGA!

Sindireceita no Pará encaminhará manifesto/denúncia a todos os sindicatos de servidores públicos do estado

Jun
29

Comunicado do Gabinete da Receita Federal.

AgneloInformação
Comunicado do Gabinete da Receita Federal

Lamentamos as recentes notícias publicadas na imprensa versando sobre aspectos legais relativos a cargo integrante da Carreira Auditoria da Receita Federal do Brasil.

Conforme já comunicado na semana anterior, esta Secretaria está reunindo os subsídios e elementos necessários à defesa da legalidade dos atos, a fim de encaminhá-los à Advocacia-Geral da União, que é responsável pela representação da União perante o Supremo Tribunal Federal.

Reafirme-se que os Gestores da RFB estão comprometidos com os projetos estratégicos da Casa e com a manutenção de ambiente de trabalho harmônico, favorável ao desenvolvimento profissional e pessoal e ao cumprimento de suas obrigações institucionais junto à sociedade.

É conveniente lembrar que os servidores da Receita Federal tiveram seu ingresso nos cargos ocupados de acordo com as normas legais então vigentes.

Por último, ressalte-se que a dedicação e o empenho coletivo das categorias funcionais integrantes do corpo de servidores da RFB têm permitido à Instituição tornar-se exemplo de excelência no contexto da Administração Pública brasileira.
Jun
29

Servidor só pode ganhar até R$ 26.713, incluido vantagens.

AgneloInformação

O teto salarial do funcionalismo público, já incluídas as gratificações, não pode ultrapassar R$ 26.713 – que é o vencimento atual recebido por ministros do Supremo Tribunal Federal. A decisão foi tomada por ministros da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao julgar recurso referente a funcionários fiscais do Amazonas. No país, diversos órgãos públicos dos Três Poderes, entre eles o Senado e alguns tribunais, burlam a lei e pagam salários e aposentadorias acima do permitido, sob a justificativa de que determinada parcela não integra o limite constitucional. A sentença do STJ é mais um passo para estancar esse tipo de sangria dos cofres públicos.  Lá no blog do ATRFB

Jun
29

Entidades sindicais retomam agenda de negociação.

AgneloInformação

Em audiência na noite de terça-feira (28/6) com o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva, e com a diretora de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Marcela Tapajós, as entidades que integram a campanha de negociação salarial conjunta, entre elas o Sindifisco Nacional, retomaram parte das discussões previstas no calendário acertado no último encontro, ocorrido no dia 6 de junho.

Uma delas, a de reestruturação salarial, foi adiada para o próximo encontro, no dia 6 de julho. De acordo com Duvanier, a mudança de prazo foi necessária em virtude de outra reunião que ocorrerá no dia anterior com todas as categorias do serviço público. Nela, o Ministério apresentará as diretrizes do reajuste de maneira mais abrangente. Após isso é que ele receberá as entidades dessa Mesa de negociação.  Sindifisco

Jun
29

Doa a quem doer. Os Analistas Tributários estão em consonância com a liderança do Sindireceita, apoiando seus lideres nas Assembléias.

AgneloArtigos

Por Paulo

A coisa estragada, pior do que vazamento radioativo, chamada Sindifisco, é tão podre que tenta fazer contra-informação num momento que todos os Analistas Tributários, nem sequer esqueceram do prejuízo da RAV 8x.

A EMENDA SAIU PIOR DO QUE O SONETO é o efeito do texto do Sindifisco que justifica a ADIN 4616, datado de 28/06/2011, publicado em seu Boletim. Sindifisco tenta justificar em editorial, as baboseiras cometidas. Agora é tarde. Não adianta lamentar o leite derramado. Esta guerra agora tem sabor de mel para os Analistas Tributários que conhecem o histórico de perversidades do Sindifisco.

Acrescente-se que o Sindifisco não tem clima para continuar a campanha da LOF, alguma coisa foi descoberta em torno do plano sinistro de avanço de poder do Sindifisco dentro dos aparelhos de estado do ATUAL GOVERNO.

A par disso, o  Sindifisco viu que o Sindireceita, atuando abertamente e com toda transparência, sempre será contra os canalhas que apoiam o golpe da LOF.

Por isso, resolveu se vingar dos AnalistasTributários.

Após a bomba lançada, tentam confundir os Analistas Tributários, subestimando a inteligência de uma categoria de nível superior que luta  há 25 anos contra a tirania dentro da RFB. A luta dos AnalistasTributários é contra a tirania, cujo modus operandi  é impor a gestão podre do corporativismo de casta para manter eternamente os privilégios dos Auditores Fiscais a qualquer custo.

Os AnalistasTributários nunca ficaram contra o Sindireceita nesta luta contra o Sindicato nazista que defende o corporativismo de casta como modelo de gestão pública nefasta e podre. Clique aqui para continuar lendo »

Jun
29

Sindicalistas criticam terceirização de serviços nos aeroportos.

AgneloInformação

Sindicalistas da Polícia Federal (PF) classificaram há pouco de “ilegal” e “escandalosa” a terceirização dos serviços de emissão de passaportes e de controle de imigração nos aeroportos. A contratação de terceirizados foi adotada como medida emergencial de gestão ainda no Governo Lula, mas a prática vem sendo mantida. O tema está sendo debatido em audiência pública da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.

Segundo o diretor de Relação do Trabalho da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Francisco Carlos Sabino, existem hoje 400 terceirizados na execução dos dois serviços. Esses profissionais recebem R$ 675, por mês, e foram contratados junto a três empresas particulares para desempenharem funções que, conforme Sabino, são privativas de servidores concursados na PF.

O presidente do Sindicato dos Servidores do Departamento da Polícia Federal do Rio de Janeiro, Telmo Corrêa, afirmou que a substituição de funcionários efetivos por terceirizados teve reflexo direto no aumento dos casos de corrupção e no afrouxamento da fiscalização preventiva de crimes nos aeroportos. Telmo citou como exemplo a ampliação do tráfico de drogas do Brasil para o exterior, por meio das chamadas “mulas” – pessoas que embarcam nos aeroportos com drogas escondidas.

Por sua vez, a presidente do Sindicato Nacional dos Servidores do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal, Leilane Ribeiro de Oliveira, denunciou que o desvio de função de servidores e a contratação de terceirizados tornaram-se cada vez mais frequentes na atual gestão da PF. Ela pediu o apoio dos parlamentares para a reestruturação de carreira da corporação.  Fonte: Agencia Câmara de Notícias
Jun
28

Enquanto isso… milhões de créditos tributários decaem pelo esgoto a fora. Decay outside the sewer.

AgneloRapidinhas

Por Augusto Cesar

Essa nota veio em boa hora para deixar claro que o sindifiasco não tem nenhum escrúpulo, muito menos preocupação com a constitucionalidade das leis. Escreveu com todas as letras, preto no branco, que só representou ao PGR por birra.

Não passam de crianças mimadas que vêm tendo seus desejos negados ano após ano.

Jun
28

A unafisco é, historicamente, a entidade do atraso.

AgneloConstatação

Por Cláudio dos Anjos

1 - Foi radicalmente contrária à informatização promovida pelo ex-Secretário Everardo Maciel;
2 - Foi contra a implantação do MPF como ferramenta de defesa da sociedade contra auditores ou falsários golpistas;
3 - Foi contra a unificação das Receitas a fim de maximizar as forças de fiscalização tributária;
4 - Foi contra o porte de arma par aos Analistas a fim de ajudar no cumprimento da legislação aduaneira;
5 - Foi contra a implantação de nova metodologia de escrita contábil em meio digital;
6 - É radicalmente contrária à pacificação da RFB;
7 - Exerce pressão para que o auditor seja uma espécie de órgão público, dentro de uma democracia - incabível;
8 - É radicalmente contra o controle de entrada e saída de pessoas em prédios públicos;
9 - Foi contra a implantação de catracas de segurança em São Paulo, pois crê que são seres iluminados e insuspeitos;
10- É radicalmente contrária a qualquer movimento que faça a RB sair das trevas administrativas para um modelo mais moderno e dinâmico;
11 - Foi contrária ao aproveitamento de SOAP’s como servidores do MF;
12 - É contrária ao controle de acesso imotivado aos sistemas da RFB, pois crê que os auditores tem um toque divino/diabólico o qual permite ter acesso irrestrito às informações;
13 - É radicalmente contrária ao fortalecimento da RFB como instituição pública, pois crê que a instituição são os auditores e nada mais além disso.

Listei somente 13 fatos, mas são inúmeras as artimanhas desta entidade sindical para barrar qualquer tentativa de modernização de uma sistemática feudal que penaliza os bons pagadores, entupindo-os de Obrigações Tributárias Acessórias, que no frigir dos ovos, fazem o trabalho dos auditores.

Além de insuportáveis normas internas que dificultam o pagamento, mas que facilitam o trabalho dos auditores, ou seja, pode ser que a velha conduta de dificultar para vender facilidades não esteja morta no mundo.

Todo esse mar de normas técnicas acabam por deixar qualquer contador simplesmente louco, e quando erra em qualquer lançamento, muitas das vezes porque quem lhe prestou informações internamente não foi suficiente claro na orientação, amargam com AI beligerantes, muitas das vezes mal elaborados, que caem nas DRJ, no CARF, e quando superam tais instâncias administrativas, caem no judiciário.

E esse é ao atraso que ninguém quer mexer, pois temem que a sociedade possa descobrir que o Brasil pode ser muito melhor, caso a RFB melhore e evolua em seus conceitos obsoletos.

Jun
28

No dia 30/06/2011 completaremos 12 anos de uma conquista irreversível.

AgneloImagens, Informação

Por Luis Fernando

Há exatos 12 anos, pois depois de amanhã, quinta-feira, será 30.06.2011 completar-se-á doze anos da edição da primeira MP, a 1.915/99 onde constou, pela vez primeira, a exigência, para ingresso no cargo de TTN, alterado para TRF - Técnico da Receita Federal, a conclusão de Curso de Graduação reconhecido pelo MEC.

Que tal, nas Unidades da RFB, UM BOLO, com os 12 anos para o Café da manhã ou da Tarde, cf. a tradição Local???? Fica, pois, a sugestão!!!

Jun
28

Intervenção na Receita Federal JÁ!!!!!!!!!!

AgneloRapidinhas

Por Luis Fernando

Esta é a prática dos fiscais. Agem de forma dissimulada. Esta é a forma, inclusive, no dia-a-dia a RFB, com raras e honrosas exceções, pois ficam enclausurados, em salas com ar-condicionado e longe dos olhos vigilantes da sociedade que os paga.

Para conseguir falar com um fiscal é a coisa mais difícil, pois existem vários anteparos de pessoas terceirizadas, tais como as pobres das Telefonistas que tem que dar inúmeras desculpas e ouvem os impropérios das pessoas que precisam falar com um desses pseudo-deuses. Além de mandarem tudo para o CAC, pois os pseudos-deuses ñ podem atender o “pobre” do Contribuinte.

Sabemos nós que estão em vias de decair cerca de Hum bilhão de reais em CT, todo os meses, sem contar com as Compensações fajutas, como a detectada em Goiás, agora já atingindo as Prefeituras. Esta prática é corriqueira no meio dos maus empresários que possuem “consultores” para fazer estudos de como age a RFB e protocolam PERD/Comps, muitas vezes fajutas ou com dados irreais para ver se “cola”.

Como a RFB, com seu corporativismo exacerbado e deletério age na contramão do INTERESSE PÚBLICO, muitos destes documentos “colam” e não são devidamente ANALISADOS e as Compensações fajutas são homologadas tácitamente, isto é, pelo decurso do prazo decadencial. Sem contar que a arrecadação é espontânea em mais de 90% e só se mantém pelo bom momento econômico e pelos bons contribuintes, já que o “leão”, virou “leãozinho” e ainda por cima, totalmente velho, carcomido e desdentado e ñ assusta mais os empresários de má índole.

E os mais de 13.000 mil fiscais, com boa remuneração, ficam encastelados como “aspones” ou como “gerentes” de contratos de manutenção, controle de ponto de terceirizados, ou dando senhas para sistemas de menor complexidade e uso na RFB, em detrimento das atividades de Fiscalização, Tributáção e Julgamento.

É ou ñ é caso de, em tese, Improbidade Administrativa destes irresponsáveis pseudos-administradores não só da alta cúpula como também os Locais e Regionais??? Faz-se mister, o CONTROLE EXTERNO DA RFB, JÁ! Vamos ABRIR ESTA CAIXA-PRETA, este FEUDO dos Fiscais que se “adonaram” da Instituição que já foi modelo no País e hoje está tão desacreditada que, mesmo tendo PRECEDÊNCIA CONSTITUCIONAL, fica de fora do Planoi Estratégico das Fronteiras!!! INTERVENÇÃO NA RFB, JÁ!!!!

Jun
28

A Política Interna da Receita Federal começa a dar frutos……podres !!!

AgneloRapidinhas

Na esteira da exclusão da Receita Federal do Plano Estratégico de Fronteiras (Decreto nº 7.496, de 08/06/2011) e de outros acontecimentos que vem ocorrendo dentro da nossa casa e que conhecemos muito bem, como o desmonte paulatino das DIREPs e NUREPs, transferências de servidores para atividades-meio, do completo abandono da seleção de risco em cargas de exportação nacional, por falta absoluta de pessoal - sobretudo de analistas - e pela velha hipocrisia que leva ao pensamento : “cada País que cuide de suas importações” !!! Esta situação começa a mostrar seus reflexos. Lá no blog da DS Santos.

Jun
28

MPF em Marília quer que Receita Federal atenda pedidos de contribuintes no prazo máximo de 360 dias.

AgneloRapidinhas
O Ministério Público Federal em Marília quer que a Receita Federal cumpra, em todo o Estado de São Paulo, a lei que regula a administração tributária federal e responda aos pedidos dos contribuintes no prazo máximo de 360 dias. A ação também pede que, em caráter liminar, seja estabelecido prazo de 120 dias para que o órgão federal adote as medidas necessárias para encerrar a análise de todos os procedimentos de reembolso, cancelamento, compensação, restituição e ressarcimento dos impostos indevidamente pagos ou pagos a maior que ultrapassam o prazo legal de 360 dias. Lá em Tales Queiroz.
Jun
28

Lucros, e não impostos, fazem do carro brasileiro o mais caro do mundo.

AgneloRapidinhas

Blog Acerto de Contas: Honda City, fabricado no interior de São Paulo, é vendido no México por R$ 25,8 mil. No Brasil, custa mais de R$ 56 mil. Compartilho com vocês o revelador texto do jornalista Joel Silveira Leite, do blog Mundo em Movimento sobre o preço do automóvel no Brasil. Nunca me conformei por termos uma renda média muito mais baixa e pagarmos sempre muito mais caro por produtos com valor agregado, incluindo carros. E as empresas sempre juraram que a culpa era dos impostos. Joel prova que não.

Jun
28

Sindifisco tenta justificar em editorial, as baboseiras cometidas. Agora é tarde.

AgneloInformação

Em defesa do concurso público e do cumprimento da Constituição ?

Em virtude das diversas demandas por maiores esclarecimentos em relação à ADI 4616, proposta pelo procurador-geral da República, Roberto Monteiro Gurgel Santos, no dia 7 de junho, a DEN (Diretoria Executiva Nacional) entende necessário esclarecer a Classe acerca do histórico do tema, a fim de mostrar o caminho trilhado até agora.

Em assembléia realizada em 12/04/2007, ainda pelo ex-Unafisco, foi aprovado por expressivos 74,5% dos votos o indicativo seguinte:

“Indicativo 2 - A Assembléia Nacional ratifica a deliberação da Plenária Nacional e autoriza o Unafisco Sindical a utilizar todos os meios jurídicos contra a elevação para nível superior do cargo de TRF, que passará sem concurso público a Analista-tributário, bem como a acompanhar a ação Civil Pública do MPF sobre o assunto”.

Posteriormente, em assembleia conjunta Fenafisp/Unafisco, em 27/03/2008, foi aprovado com 96,7% dos votos o indicativo abaixo:

“Indicativo 4 - Os AFRFB aprovam a política de atuação das direções visando a alocação dos cargos que compõem a “Carreira ARF” em carreiras distintas”.

Essas decisões foram recepcionadas pelo estatuto do Sindifisco Nacional, na forma do art. 154, combinado com o art. 2º, II, IV e XVI, e demonstram com muita clareza o desejo dos Auditores-Fiscais de manter a integridade do seu cargo e de combater por todos os meios lícitos qualquer tentativa de burla ao princípio constitucional do concurso público.

Importante ressaltar que sindicatos não têm legitimidade para a proposição de ADI, apenas confederações sindicais, razão pela qual escolheu-se a estratégia da representação ao MPF para cumprir as decisões das assembleias. Significa dizer, portanto, que o Procurador Geral da República, detentor de um cargo eminentemente técnico, que tem a incumbência constitucional de defesa da ordem jurídica, convenceu-se da inconstitucionalidade da transposição questionada na representação do Sindifisco.

Histórico - A última gestão do Unafisco, já sob a direção de vários membros da atual DEN do Sindifisco, logo que assumiu, em agosto de 2007, tendo por filosofia o fortalecimento de todos os cargos que compõe a Receita Federal do Brasil, propôs a diminuição da animosidade entre as entidades representativas dos Auditores-Fiscais e dos Analistas-Tributários. A DEN convidou então a diretoria do Sindireceita para realizar uma Campanha Salarial Conjunta, com o entendimento de que, em caso de necessidade de greve, ela também seria conjunta. Foi formada uma mesa de negociação com o Ministério do Planejamento e as entidades aparentemente trabalhavam harmonicamente pelo bem de seus representados.

No entanto, assim que os Auditores-Fiscais decidiram iniciar um movimento paredista, o sindicato dos Analistas solicitou uma mesa de negociação em separado e abandonou a campanha conjunta. A partir daí, trabalhou não apenas para obter vantagens exclusivas na negociação, como para enfraquecer o movimento grevista dos Auditores. A movimentação foi feita com tal arrogância que representantes do Sindireceita chegaram a declarar publicamente que o fornecimento de senhas para desembaraço de mercadorias a Analistas resolveria o problema da greve. Ora, qual seria a intenção desse ato que não o de, num segundo momento, consolidar a usurpação de atribuições privativas dos Auditores-Fiscais?

O então Unafisco Sindical foi obrigado a recorrer à Justiça, em Manaus (AM), para evitar o descabido e inconstitucional movimento que se iniciava na capital amazonense, onde se pretendia cometer a Analistas-Tributários o desembaraço de mercadorias. A Justiça rapidamente deferiu liminar contrária à atividade e impediu sua continuidade.

É notória a estratégia da direção do sindicato dos Analistas-Tributários de obter atribuições privativas de Auditores-Fiscais, a fim de aproximar os cargos e, ao final, ascender sem o devido concurso público ao cargo de Auditor-Fiscal. Não foram poucas as atitudes tomadas pelo Sindireceita em sua tentativa de confundir a opinião pública e insinuar que Analistas e Auditores têm as mesmas atribuições e fazem as mesmas coisas. Nas diversas oportunidades em que o Governo apresentou medidas provisórias sobre matéria tributária, o Sindireceita, sistematicamente, apresentou emendas no sentido de avançar sobre atribuições privativas dos Auditores.

Em 2010, por exemplo, a direção daquele Sindicato tentou mudar seu nome, para Sindicato Nacional da Carreira de Auditoria da Receita Federal do Brasil para, desta forma, cindir a representação dos Auditores-Fiscais. A DEN evitou a manobra e conseguiu na Justiça anular a troca de nomes.

Administradores - Aos que levantam a voz para dizer que a ADI 4616 apenas acirra os ânimos e prejudica a harmonia interna na RFB, lembramos que as ações do Sindireceita ao longo dos últimos anos se direcionaram exatamente para esse fim, como, por exemplo, no episódio da quebra de sigilo fiscal ocorrida em Mauá. Enquanto o Sindifisco defendia a Receita Federal, o Sindireceita defendia um controle externo sobre o nosso órgão. Com que finalidade?

Por isso mesmo, o Sindifisco lamenta a ação de alguns administradores da RFB, se posicionando contrariamente à ação do sindicato sob o argumento da manutenção da harmonia e do bom ambiente, quando se sabe que o ambiente já foi deteriorado há tempos, em função não apenas dos ataques do Sindireceita aos Auditores-Fiscais, como também à própria administração da RFB, sistematicamente rotulada como incompetente e incapaz pela representação sindical dos Analistas-Tributários.

Representação - Diante da continuidade dos ataques da direção do Sindireceita, a necessidade de algo que deixasse clara a distinção entre os cargos ganhou cada vez mais força. As atitudes do Sindireceita a fim de confundir e usurpar atribuições dos Auditores, como mostrado, não são recentes e não podem mais ser ignoradas. É necessário que haja um limite aos ataques às nossas atribuições. É obrigação do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais defender as atribuições e prerrogativas da categoria, como inclusive obriga o Estatuto da entidade.

A DEN entende que os ataques do Sindireceita às atribuições dos Auditores-Fiscais fazem parte de uma estratégia de uma direção sindical equivocada e em completa dissonância com os interesses dos Analistas-Tributários.

Por tudo isso, fica evidente a relevância da definição da condição atual dos Analistas-Tributários no que diz respeito ao seu escopo de suas atribuições. É isso que a ADI proposta pela Procuradoria-Geral da República vai estabelecer.

Um cargo pode ter mudança na natureza de suas atribuições e nível de escolaridade e transpor para seus quadros o efetivo já existente? Ou isso implica na criação de um novo cargo, sendo nesse caso inconstitucional a transposição?

Numa outra vertente de raciocínio, pode-se alegar que o cargo de Analista-Tributário não foi incrementado com novas atribuições, sendo mera continuidade do cargo de Técnico do Tesouro Nacional - auxiliar do Auditor-Fiscal - sem que tenham ocorrido, de fato, alterações nas suas atribuições originais?

Nesse segundo caso, seria a busca por atribuições privativas dos Auditores-Fiscais prejudicial aos próprios Analistas, na medida em que torna inacessível o novo cargo aos ocupantes do cargo antigo?

Por todo esse histórico, pelo modus operandi da direção do Sindireceita, pela ilusão vendida por essa entidade da possibilidade de transformação sem concurso de Analistas em Auditor-Fiscal, não se poderia esperar outra atitude do Sindifisco Nacional que não uma reação à altura. Assim, essa representação foi uma reação e não uma provocação ou ataque gratuito. Respeitamos os Analistas-Tributários, mas, assim como inúmeros já fizeram, a conquista legal e legítima do cargo de Auditor-Fiscal deve passar pelo necessário concurso público.

É importante, por fim, salientar que as divergências tratadas neste texto dizem respeito somente à estratégia de atuação da diretoria do Sindireceita e nada tem a ver com os Analistas-Tributários. Os ocupantes do cargo em questão recebem todo o respeito a eles devido pelo serviço prestado ao Estado brasileiro e em particular ao apoio profissional e qualificado oferecido aos Auditores-Fiscais durante o esforço diuturno de combate a ilícitos tributários.  Sindifisco

Veja os destaques e comentários do Sindireceita (AM).

Jun
28

Congresso da Febrafite

AgneloImagens, Informação

Foto: o secretário-geral da DEN Jether Abrantes, o ex-secretário da RFB Everardo Maciel e a diretora Kátia Nobre.  Sindireceita

Representantes do Sindireceita participaram na última semana do VIII Congresso Nacional e III Congresso Internacional da Febrafite. O evento é realizado a cada dois anos e reúne servidores do fisco brasileiro, especialistas e autoridades para discutir temas técnicos e o papel dessa atividade que é essencial para o funcionamento do Estado e sua importância para a sociedade brasileira.

Na edição deste ano foram tratados diversos temas como a importância das Carreiras de Estados numa sociedade democrática, a Lei Orgânica do Fisco, a Previdência Social das Carreiras Típicas, Administração Tributária Autônoma, o Sistema Tributário Nacional, a Guerra Fiscal e a viabilidade política da Reforma Tributária.

O Sindireceita foi representado pelos diretores da DEN Jether Abrantes de Lacerda e Kátia Nobre. Entre as autoridades estava o ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel, além de juristas e diversos parlamentares.

Jun
28

Guerra na Receita - Corporativismo inconseqüente do Sindifisco.

AgneloArtigos

Movido pelos Fiscais da Receita, PGR questiona no STF transformação da carreira de técnico de nível médio. 

Matéria plantada - Servidores: Ação tenta barrar farra de técnicos na Receita:

Os auditores-fiscais e analistas tributários da Receita Federal estão em pé de guerra. O motivo é a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) ajuizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no Supremo Tribunal Federal (STF) neste mês, questionando um trem da alegria que resultou, em 1999, na transformação da carreira de técnico de nível médio em superior. Em 2007, o nome do cargo mudou para analista tributário. O relator da Adin, que ainda não tem data para julgamento, é o ministro Gilmar Mendes.

Se a transposição dos cargos for considerada inconstitucional, os cerca de 3,5 mil antigos técnicos do Tesouro Nacional em atividade que foram reenquadrados como técnicos da Receita (os analistas de hoje), sem fazer concurso de nível superior, voltarão ao cargo de junho de 1999, de nível médio. Os cerca de 2 mil que passaram por seleção de nível universitário, a partir daquele ano, também voltarão a ser considerados técnicos. Somente serão analistas os aprovados a partir de 2007. Isso poderá resultar em salários diferenciados no futuro entre eles, conforme os aumentos concedidos, já que, por lei, não pode haver redução nos rendimentos.

Indignação
São 7,6 mil servidores ativos, com salários variando entre R$ 7.996 (inicial) e R$ 11.595 (final). A remuneração corresponde a 60% do que ganham os auditores (entre R$ 13.600 e R$ 19.451). Todos os atuais 4,4 mil analistas aposentados, além da maioria dos 2,2 mil instituidores de pensão, ingressaram no serviço público em cargos de nível médio e foram beneficiados pelo aumento dos salários concedidos pela elevação do nível exigido.

“O clima está péssimo. Há desmotivação e indignação da categoria”, afirmou um diretor do sindicato da categoria, que acusa os auditores de quererem desmerecer os antigos técnicos, que têm atribuições complexas. Já o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Sindifisco), que acionou a PGR, alega que os colegas querem virar auditores sem passar em concurso para a carreira. Analistas de vários estados estão fazendo manifestos contra a representação feita pelo Sindifisco. A Receita Federal não quis se manifestar sobre o clima de hostilidade entre os seus servidores. Informou apenas que “as categorias funcionais que compõem o quadro do Fisco contribuem para o cumprimento da sua missão institucional”.

Outros trens
A decisão do STF também influirá nas pretensões de técnicos de outros órgãos que querem ser promovidos aos cargos seguintes de nível superior sem fazer concurso público, como os do Judiciário, os do Legislativo federal e os de órgãos estaduais e municipais. As entidades sindicais que representam técnicos do Judiciário e do Ministério Público querem que eles sejam alçados a analistas de nível superior sem passarem por seleção pública.

Na Adin, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pede liminar e sustenta que os dispositivos que permitiram a transposição de cargos da Receita ferem o artigo 37 da Constituição Federal, que exige que “a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego”. Segundo Gurgel, “as tarefas desenvolvidas por um técnico da Receita seguramente são distintas das que envolvem um analista tributário”.

A carreira de analistas da Receita é motivo de polêmica desde 1984, quando antigos funcionários do Ministério da Fazenda, incluindo agentes administrativos, secretárias e até quem tinha nível superior, foram convocados a participar de concurso interno para integrar a carreira de técnico do Tesouro Nacional, de nível médio.

Em 1999, o governo alterou o nome do cargo para técnico da Receita Federal e passou a exigir nível superior para os novos concursos públicos. Com isso, todos os técnicos de nível médio foram alçados à condição superior, mesmo não tendo feito a seleção com esse grau de exigência. Em 2007, a Lei n° 11.457, que unificou a Secretaria da Receita Previdenciária do INSS e a Receita Federal, transformou os cargos de técnicos da Receita em analistas tributários.  Correio Braziliense

Jun
27

Policiais entregaram proposta de reestruturação salarial ao MPOG.

AgneloRapidinhas

Representantes sindicais estiveram reunidos com o Secretário de Recursos Humanos, Duvanier Paiva, para tratar do projeto de reestruturação salarial da categoria. Participaram da reunião o diretor de Relações do Trabalho da Fenapef, Francisco Sabino, o presidente do SINDIPOL/DF, Jones Leal e o vice-presidente do SINPEF/MG, Luis Antônio Boudens. Os policiais entregaram ao secretário um memorial descritivo, com argumentos e proposições oficiais, da situação atual do Departamento de Polícia Federal, no que diz respeito à carreira, atribuições e defasagem salarial.  Fonte: Fenapef

Jun
27

Agradecimento

AgneloRapidinhas

Moacir Leão: Meus agradecimentos aos leitores deste blog. Apenas 25 dias apos retomado, ja atinge um surpreendente numero de quase 6.500 paginas visitadas.

Dos artigos, O Corrupto Que Quase Chegou La bateu todos os recordes.


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